Para dar fim ao jardineiro
É mais fácil esperar que ele se afogue
Dentro de todos os seus jardins
Até não suportar o cheiro das suas plantas
Pobre algoz
Seria um prazer encontrar na tua maldade
No fim dos meus canteiros
O adiantamento tardio da passagem
Trilhei os melhores caminhos
Não temo deixar de sorrir
São muitos quadros e retratos
A ignorância quase cega
Não repara nas flores
Nem a falta que faz
O sujeito que água o alecrim.