sexta-feira, 28 de março de 2008

PRÓXIMA POSTAGEM:


... Poucos livros produziram na imaginação da humanidade uma sensação e uma perspectiva política tão vertiginosa como O Príncipe de Maquiavel, 1513, ou o Manifesto Comunista de Marx e Engels, 1848. Ambos os livros, embora curtos e sintéticos são referências para a ciência da política.
Duas características permeiam o estudo destes dois trabalhos, o Poder Político, fundamentalmente o Estado e sua Direção.
O que me sai de dentro, ou seja, o que sou capaz de produzir mesmo sem estar em contato com o livro Glauber Pátria Rocha Livre, há mais de um ano, uma vez que a minha edição passei à um amigo, é que este livro nos traz a mesma sensação que Marx, Engels e Maquiavel foram capazes de produzir na consciência, a importância do Poder para a edificação de um sociedade mais avançada, tanto do ponto vista econômico, quanto cultural, mas essencialmente político.
Em Glauber Pátria Rocha Livre, a cinematografia glauberiana é desfraldada como antropofagia modernista oswaldiana, nacionalismo popular revolucionário de tipo guerrilheiro cinematográfico.
É como se Glauber fosse um Che Guevara de câmera na mão, com a mesma idéia na cabeça.