sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Dieta Poética

Ainda verde como no pé
A laranja desce cedo a me varrer dentro
E a debochar do pão da padaria
Com saudade do meu sorriso na esquina da manhã

Tenho acordado com a Rita lendo
O verso disperso que corria em mim

Com a Rita lira que promete simetria e amor eterno
Trocando por comum a energia alcalina
Que ascende hiperatividades no meu coração

Como Feijão com Arroz
Eu e Rita
Salada e Azeite
E à noite pilo as batatas
Feito eu na terra.